

A Bahia recebeu 205.008 doses da vacina contra a covid-19, como parte de uma nova remessa de 2,2 milhões de imunizantes distribuídos pelo Governo Federal a todos os estados e ao Distrito Federal nesta semana.
Com o envio mais recente, o total de doses distribuídas em todo o país em 2026 já chega a 6,3 milhões, segundo o Ministério da Saúde. A pasta afirma que há estoque suficiente para atender à demanda nacional.
De acordo com o diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti, as vacinas continuam sendo fundamentais para reduzir casos graves da doença. “As vacinas seguem como a principal forma de prevenir hospitalizações e mortes. O Brasil tem doses suficientes e mantém o acesso da população à imunização”, destacou.
As vacinas disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizadas para as cepas em circulação e têm como prioridade os grupos mais vulneráveis.
A distribuição das doses aos municípios e a organização da aplicação ficam sob responsabilidade dos estados e das prefeituras, que também gerenciam os estoques e o controle de validade. O envio é feito com base em critérios como o tamanho da população-alvo e o número de doses já aplicadas. Em casos de necessidade, os estados podem solicitar remessas adicionais.
Distribuição contínua
Entre janeiro e março deste ano, o Ministério da Saúde já havia enviado 4,1 milhões de doses aos estados, das quais cerca de 2 milhões foram aplicadas. Nesse período, a Bahia recebeu 223,5 mil doses. Com a nova remessa, o governo reforça a estratégia de ampliação da cobertura vacinal em todo o país.
Quem deve se vacinar
O esquema vacinal contra a covid-19 segue diretrizes atualizadas, com foco nos grupos mais vulneráveis:
A vacinação também contempla grupos prioritários, como profissionais de saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, povos indígenas, quilombolas, população privada de liberdade e pessoas em situação de rua. A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal.
Cenário da doença
Até 11 de abril de 2026, o Brasil registrou 62.586 casos de síndrome gripal por covid-19. Também foram notificados 30.871 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), sendo 1.456 confirmados para a doença, com 188 mortes. Diante dos dados, o Ministério da Saúde reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra casos graves e óbitos.
(A Tarde)
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