

Estão abertas as inscrições para a quarta edição do Flow, programa de aceleração para startups que desejem ingressar no Hub Salvador, equipamento gerido pelo Centro de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Cepedi) e vinculado à Prefeitura de Salvador. Os interessados devem acessar a aba aceleração do site do Hub, consultar o edital e submeter as propostas e documentação até o dia 10 de maio.
Executado pela GetIN Aceleradora, o ciclo fornece apoio para desenvolvimento e ou consolidação de mercado. Os principais benefícios para os selecionados são acesso ao espaço físico do Hub Salvador, mentorias exclusivas com aceleradoras, corporações e investidores parceiros, conteúdo especializado de pré-aceleração e aceleração para o negócio e networking estratégico com fundos de investimentos e grandes corporações.
A Coordenadora Executiva do Hub Salvador, Fernanda Moraes, explica quem pode participar do Flow. “São elegíveis empreendimentos inovadores, preferencialmente de base tecnológica, formais e com sede em Salvador e região metropolitana, que queiram desenvolver seus negócios. É preciso ter CNPJ ativo, se enquadrar no nível de maturidade a partir de validação e a receita anual não pode ultrapassar R$ 16 milhões”.
Uma das mentoras do ciclo, Mariana Reis, do Garagem Open Source, destaca a importância do Flow para uma startup. “Empreender é, por natureza, uma jornada solitária e de incertezas. Dentro do Flow, transformamos essa solidão em uma rede de troca potente, tanto entre os pares quanto com os mentores. Mas o grande diferencial é a velocidade: o programa funciona como um catalisador, permitindo que as empresas validem hipóteses e alcancem em poucos meses marcos que levariam anos sozinhas. Quem vive o Flow com intensidade não colhe apenas conhecimento, colhe maturidade e um atalho seguro para o crescimento”, garante.
Entre os critérios do processo seletivo estão propostas que agreguem sustentabilidade, inclusão socioeconômica e ESG, que tragam diversidade e que demonstrem alguma aderência aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Além de apresentarem produtos, protótipos operacionais, processos ou serviços com potencial de propriedade intelectual, a proposta deve ter aderência a uma ou mais das seguintes áreas de atuação: Educação, Finanças, Saúde, Direito, Construção civil, Automotivo, Logística, Energia, Agronegócio, Recursos Humanos, Administração, Marketing, Publicidade, Design, Comunicação, Entretenimento, Turismo, Games, Cultura, Bem-estar, Economia azul, entre outras.
Foto: Divulgação/Estúdio 071