

O volume de serviços prestados na Bahia caiu (-0,6%) na passagem de dezembro de 2025 para janeiro de 2026, na série com ajuste sazonal (que desconsidera eventos recorrentes como Natal, Páscoa etc.). O recuo veio após avanço de 1,2% entre novembro e dezembro do ano passado.
Nesse confronto com o mês imediatamente anterior, o resultado dos serviços na Bahia ficou abaixo do verificado no Brasil, onde houve variação positiva (0,3%). Foi também o 16º, num contexto em que 15 dos 27 estados tiveram quedas. Os melhores resultados foram registrados em Mato Grosso (5,6%), Maranhão (4,4%) e Pará (3,1%). Acre (-20,8%), Piauí (-7,8%) e Paraná (-7,1%) tiveram as maiores retrações.
As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do IBGE. Na comparação com janeiro de 2025, o setor de serviços baiano também mostrou queda de volume (-1,6%), após o crescimento de 0,9% registrado em dezembro.
O resultado da Bahia ficou bem abaixo do nacional (houve alta de 3,3% no Brasil) e foi o 21º (ou 7º menor) entre as 27 unidades da Federação, 11 das quais apresentaram quedas. Acre (-9,4%), Ceará (-3,7%) e Alagoas (-3,2%) tiveram os recuos mais intensos, enquanto Mato Grosso (44,8%), Rondônia (18,9%) e Roraima (15,9%) registraram os maiores crescimentos.
Nos 12 meses encerrados em janeiro/26, os serviços baianos também sustentaram retração (-1,3%). Esse acumulado se mantém negativo no estado desde agosto de 2025, está abaixo do nacional (3,0% no Brasil) e é o 2º pior desempenho (ou 26º) entre os estados, acima apenas do registrado no Rio Grande do Sul (-3,9%). Só 6 das 27 unidades da Federação têm resultados negativos no acumulado em 12 meses. Os maiores avanços dos serviços, nessa comparação, estão em Mato Grosso (9,6%), Distrito Federal (8,1%) e Rondônia (7,1%).
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