

O Porto de Aratu-Candeias vai começar a operar com granéis vegetais. A atividade será realizada no terminal ATU 18, com a movimentação de 35 mil toneladas de sorgo. A carga tem origem no oeste baiano e marca o início de uma nova frente logística para o escoamento da produção agrícola do estado da Bahia.
A modernização do terminal foi realizada pela CS Portos, empresa da CS Infra, que integra o Grupo SIMPAR. Ao todo, foram investidos mais de R$ 400 milhões em obras de revitalização e melhorias no ATU 18, que passa a ser destinado ao manuseio e armazenagem de granel vegetal, principalmente soja, milho e sorgo.
Neste primeiro ano de operação, a previsão é movimentar até 3 milhões de toneladas e a previsão é que, após novas expansões, a movimentação possa chegar a 7,5 milhões de toneladas anuais.
A entrada do Porto de Aratu-Candeias no mercado de granéis vegetais representa um novo capítulo para o complexo portuário e fortalece a logística de exportação da produção agrícola do oeste da Bahia.
Para o presidente da Autoridade Portuária Federal – CODEBA, Antonio Gobbo, o início das operações no ATU 18 representa um novo ciclo de desenvolvimento para o setor portuário baiano.
“Estamos projetando para que o Porto de Aratu alcance a maior movimentação de sua história, com a ampliação da estrutura de retroárea, a construção de quatro silos, cada um com capacidade de 30 mil toneladas, e a automatização das operações por meio das modernas esteiras instaladas no ATU 18.
Segundo ele, todo esse investimento reduzirá o tempo e os custos das operações e deve gerar um acréscimo de mais de 20% de movimentação de cargas. Para o diretor-presidente da CS Portos, Marcos Tourinho, o início da operação de granéis vegetais no ATU 18 representa uma transformação histórica para Aratu-Candeias e para a logística do agronegócio baiano.
“É um novo capítulo para o terminal, que amplia sua relevância estratégica ao incorporar uma operação voltada ao escoamento da produção agrícola”.
Foto: Elias Norberto