O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (9) em entrevista à CBS News que a guerra contra o Irã está “praticamente concluída”. Segundo ele, as forças iranianas perderam sua Marinha, Força Aérea e sistemas de comunicações, e mísseis e drones estão sendo destruídos. Trump disse ainda que os EUA avançaram mais rápido do que o cronograma que havia previsto inicialmente, que poderia durar até cinco semanas.
O presidente também comentou sobre o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá Ali Khamenei, afirmando não ter mensagem para ele e que teria “alguém em mente” para o cargo, sem dar detalhes.
Irã rejeita cessar-fogo e promete intensificar ataques
Autoridades iranianas, incluindo o porta-voz Esmail Baghaei, declararam que não aceitam cessar-fogo e que continuarão a se defender e retaliar contra os inimigos. A Guarda Revolucionária anunciou aumento na intensidade e frequência de lançamentos de mísseis, com ogivas mais potentes, em resposta às ofensivas dos EUA e Israel.
Ataques e vítimas no terreno
As Forças de Defesa de Israel (IDF) relataram que o Irã continuou lançando mísseis contra território israelense, enquanto Israel atacou bases iranianas e destruiu aeronaves da Guarda Revolucionária. Desde o início do conflito, mais de 1.300 civis iranianos teriam sido mortos, segundo relato do enviado do Irã às Nações Unidas, com milhares de feridos.
Impacto econômico e mercado global
O conflito fez o preço do barril de petróleo superar US$ 100, pressionando bolsas de valores ao redor do mundo. Autoridades americanas afirmaram que não esperam que a guerra se prolongue por muito tempo, mas o cenário continua incerto
Tensão política interna nos EUA
Membros do governo americano alertaram que mais baixas podem ocorrer e defendem a continuação da campanha militar, apesar dos efeitos domésticos e internacionais. A situação reforça divisões sobre a estratégia e os custos humanos do conflito.







