

Presidente estadual do PL, o ex-ministro da Cidadania João Roma passou a ser citado nas investigações sobre o colapso do Banco Master e pode ser chamado a prestar esclarecimentos no Congresso segundo reportagem da Veja. A revista aponta que o banqueiro Augusto Lima, preso na Operação Compliance Zero, manteve relações políticas que alcançam setores da direita, incluindo o dirigente do PL na Bahia.
Segundo a publicação da revista Veja, Roma, que foi ministro durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), teria sido um aliado relevante de Augusto Lima e atuado no período de expansão do banco, antes da liquidação da instituição pelo Banco Central do Brasil em novembro de 2025.
Apontado como possível candidato ao Senado em 2026 na chapa encabeçada por ACM Neto (União Brasil) nas eleições deste ano, o ex-ministro deverá prestar esclarecimentos na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado. Entre os temas que devem ser abordados está o credenciamento do banco para operar crédito consignado ligado ao auxílio emergencial no final do governo Bolsonaro.
Sobre a convocação, Roma se posicionou recentemente. Ele disse não ter “absolutamente nenhuma relação” com o caso investigado e classificou a convocação como parte de um movimento claramente político. “A CPI do Crime Organizado decidiu convocar a mim e ao ministro Paulo Guedes para prestar depoimento num caso em que não temos absolutamente nenhuma relação, num movimento claramente político sem qualquer fundamento minimamente razoável”, afirmou.
Com informações da Tribuna da Bahia*



