

Carlos afirmou que a padronização das visitas, determinada por Moraes, eliminou a necessidade de a família protocolar sucessivos pedidos e depender, segundo ele, da “boa vontade” do ministro. Disse também que a restrição ocorre apesar do que classificou como um “momento extremamente delicado de saúde” do ex-presidente.
“O que ocorreu, na prática, foi apenas o fim da exigência de que a família tivesse de protocolar pedidos sucessivos e aguardar – muitas vezes, em vão – a ‘boa vontade’ do ministro”, afirmou Carlos em publicação no X.
A decisão que dispensou a necessidade de autorização individual para as visitas foi tomada na sexta-feira, 2. A medida estabelece o limite de dois familiares por dia, com a determinação de que os encontros ocorram separadamente às terças e quintas-feiras.
Na prática, os horários já vinham sendo utilizados, mas cada visita precisava ser analisada e liberada individualmente pelo ministro. No mês passado, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro obteve autorização nos mesmos termos.
Bolsonaro voltou à custódia da Polícia Federal em 1.º de janeiro, depois de passar uma semana internado para a realização de procedimentos médicos. Ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, imposta por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes.
Fonte: Estadão Conteúdo
Foto: Reprodução



