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BRUNO REIS CRITICA AUMENTO DO ICMS E GESTÃO DO PT

Bruna Carvalho - 13/02/2025 10:23

Durante a entrega de uma contenção de encosta na Federação, nesta quarta-feira (12), o prefeito Bruno Reis (União Brasil) comentou sobre os preços elevados dos alimentos e o aumento do ICMS em Salvador. Em declarações à imprensa, ele responsabilizou os governos do PT, tanto nacional quanto estadual, pelo cenário atual, classificando como um “show de horrores”.

“Infelizmente, não é somente a cesta básica que se tornou a mais cara do Brasil, mas também o combustível – consequência das decisões do governo. Quando o PT assumiu o governo da Bahia, o ICMS era de 17%; atualmente, encontra-se em 20,5%. No primeiro governo do PT, houve um aumento de 1%; no segundo, mais 1%; e agora já soma 1,5%. Na semana passada, o ICMS sobre o combustível subiu 6%, penalizando a população que utiliza o transporte público e todos os cidadãos que usam seus veículos”, afirmou o prefeito.

Criticando ainda mais a gestão estadual, Bruno destacou que os impostos altos não trazem benefícios para a população: “Não se observa uma contrapartida. Temos a pior educação, a pior saúde, a pior segurança e um número cada vez maior de pessoas abaixo da linha da pobreza. Assim, não se vê avanços ou melhorias”.

O ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) também havia se pronunciado no dia anterior, em suas redes sociais, cobrando medidas do governador Jerônimo Rodrigues (PT): “Café, laranja, arroz, óleo, carne: está tudo absurdamente caro. E o que o governador da Bahia, que tem um dos impostos mais altos do Brasil, pretende fazer para ajudar os pais e as mães de família a colocar comida em casa?”, questionou Neto.

Bruno Reis ainda criticou a falta de planejamento para aliviar a inflação: “O salário mínimo já não permite mais que as pessoas tenham o direito fundamental de se alimentar adequadamente. Ao final do dia, nota-se a queda na popularidade do presidente, já que foram feitas promessas que criaram a expectativa de que as pessoas poderiam comer picanha e beber cerveja, mas hoje não se pode sequer chupar uma laranja, tomar um café ou comer um ovo – e quem reclama acaba recebendo um olhar de reprovação”.

Foto: Valter Pontes / Secom PMS

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