Entre 2022 e 2023, houve uma leve alta na proporção de moradores em domicílios ligados à rede geral de distribuição de água, na Bahia: de 83,5% para 84,7%. Esta proporção, porém, é um pouco menor do que a nacional (85,3%) e apenas a 14ª maior entre os 27 estados.
Os maiores índices estavam no Distrito Federal (96,1%), São Paulo (96,0%) e Paraná (90,4%). Pará (48,9%), Rondônia (51,8%) e Amapá (56,9%) tinham os menores.
Nesse período de um ano, na Bahia, houve estabilidade na proporção de moradores cuja forma de distribuição de água do domicílio era poço profundo ou artesiano (6,7%), e quedas na proporção de moradores em domicílios com poço raso, freático ou cacimba (de 2,8% para 2,2%), fonte ou nascente (de 2,4% para 2,0%) e com outras formas de distribuição (de 4,6% para 4,3%).
Enquanto 96,3% dos moradores de domicílios de áreas urbanas na Bahia estavam ligados à rede geral de distribuição de água, essa proporção caía para 53,0% dos que viviam na área rural. Por outro lado, entre os que utilizavam poço artesiano, a proporção era de 2,1% na área urbana e 19,4% na área rural.
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