

Em agosto, na Bahia, 6 das 8 atividades do varejo restrito (que exclui as vendas de automóveis, material de construção e atacado de alimentos) registraram aumentos nas vendas, frente ao mesmo mês de 2023.
Houve quedas apenas nas vendas de combustíveis e lubrificantes (-3,7%, 4ª consecutiva) e livros, jornais, revistas e papelaria (-24,6%, 19º recuo seguido).
Assim como já vem ocorrendo mês a mês, em todo o ano de 2024, os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (11,5%) foram o segmento que mais influenciou positivamente o resultado geral do varejo baiano em agosto. A atividade registrou a terceira maior taxa de crescimento, mas tem o maior peso na estrutura do varejo restrito no estado. Este foi o 15º avanço consecutivo nas vendas dos supermercados na Bahia.
A segunda principal influência positiva na alta do varejo baiano, em agosto, também repetiu julho e veio dos tecidos, vestuário e calçados (8,5%), que tiveram a quarta maior taxa de crescimento. A atividade cresceu pelo quinto mês consecutivo.
As vendas de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos registraram a maior taxa de crescimento, em agosto, na Bahia, como já tinham feito em julho (14,8%, a 17ª alta mensal consecutiva).
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