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FGM INAUGURA ESCOLA CRIATIVA BOCA DE BRASA DE ITAPUÃ NA SEDE DO MALÊ DEBALÊ

Victoria Isabel - 16/04/2024 19:30

O bairro de Itapuã ganhou nesta terça-feira (16) uma importante iniciativa de fomento ao desenvolvimento artístico e cultural com a inauguração da Escola Criativa Boca de Brasa Polo Itapuã, na sede do Malê Debalê. A inauguração contou com a apresentação de crianças do projeto Malezinho e com a participação do rei e rainha do Malezinho, Kailla Louise e Ivan Lucas Cardoso, além da presença de Fernando Guerreiro, presidente da Fundação Gregório de Mattos (FGM) e da coordenadora-geral das Escolas Criativas Boca de Brasa ICEAFRO, Fabíola Aquino.

Este ano, o programa artístico-cultural Escolas Criativas Boca de Brasa mantém dois focos de atuação: a inauguração e início das atividades nos novos polos criativos (Boca de Brasa Barra-Pituba no Centro Cultural Mãe Carmen de Gantois e Boca de Brasa itapuã) e o programa de aceleração de iniciativas culturais e criativas Boca de Brasa. O programa é realizado pela FGM e conta com a parceria da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (Semdec) e do Instituto Aliança.

Fernando Guerreiro ressaltou que o programa está entrando numa fase muito interessante: “Desde o ano passado, estamos potencializando as iniciativas que já existem nos bairros, porque é interessante a gente perceber que não precisa inventar a roda. Os movimentos já existem, principalmente quando a gente vem para um lugar como o Malê Debalê, que já tem um trabalho de décadas. Então a gente chega aqui e já encontra um terreno prospectado e trabalhado, o qual iremos reforçar”, disse.

O Boca de Brasa Polo Itapuã já começa as atividades esta semana. Segundo Fabíola Aquino, no local serão realizados cursos de Música Percussiva, Sonorização, Dança Afro, Turismo Cultural e Comunitário, além de Figurinos e Adereços, com muita diversidade técnica, envolvendo toda a área de economia criativa. A estimativa é de que 90 alunos, com idade a partir de 18 anos, participem das atividades formativas ao longo deste ano, com uma média de distribuição de 20 pessoas por turma.

“Os alunos daqui são, na verdade, pessoas interessadas em prosperar e crescer profissionalmente dentro desse âmbito das artes e da economia da cultura. São esses os serviços culturais cujo saber está sendo oportunizado nessa escola ao longo deste ano. E além dos conteúdos específicos, os alunos terão também aulas sobre grupo e identidade, mídias sociais, empreendedorismo e gestão cultural. Alguém que faça Dança Afro, por exemplo, terá um aprendizado que não será restrito às técnicas de dança, mas também sobre como ela pode ter ganhos e visibilidade nos seus saberes e fazeres”, destacou Fabíola.

 

Fotos: Jefferson Peixoto / Secom PMS

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