As vendas no comércio baiano cresceram 11,9% no 1º bimestre de 2024, em relação ao mesmo período do ano anterior, quase o dobro do crescimento nacional, que foi de 6,1%. Em janeiro, as vendas cresceram 11,7% e em fevereiro o crescimento foi 12%, sempre nem relação ao mesmo período do ano anterior.
As razões para o excelente desempenho são: juros mais baixos, mercado de trabalho mais forte, transferências governamentais e melhora do nível de endividamento. É verdade que, em relação ao mês de janeiro, as vendas se retraíram em 1,4%, mas isso aconteceu por causa da base elevada de comparação, pois o volume vendido em janeiro surpreendeu e cresceu 6,1%, mesmo após o pico de vendas do Natal.
E com o comércio varejista ampliado, que inclui o varejo restrito e mais as atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado, o mesmo vem acontecendo e registrou crescimento de 11,6% no 1º bimestre. O crescimento do setor de Hipermercados e Supermercados é impressionante e cresce há nove meses seguido. As vendas nas concessionárias, que tiveram um 2023 muito ruim, também dispararam.
Por setor, o crescimento das vendas em fevereiro de 2024, relação a fevereiro de 2023, mostram que sete dos oito segmentos que compõem o indicador do volume de vendas apresentaram crescimento expressivo:
Materiais para escritório, informática e comunicação (27,7%),
Outros artigos de uso pessoal e doméstico (20,7%),
Artigos farmacêuticos de perfumaria e cosméticos (14,8%),
Hipermercados, supermercados (14,8%),
Combustíveis e lubrificantes (6,0%)
Móveis e eletrodomésticos (4,6%)
Tecidos, vestuário e calçados (2,5%).
As informações são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).