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ENTRE 2011 E 2021, BAHIA TEVE A MAIOR QUEDA ABSOLUTA DO PAÍS NO NÚMERO DE UNIDADES LOCAIS DE EMPRESAS DO SETOR CULTURAL, DIZ IBGE

João Paulo - 01/12/2023 12:58 - Atualizado 01/12/2023

Segundo números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2011 e 2021, a Bahia foi o estado com a maior redução absoluta no número de unidades locais de empresas formais do setor cultural. Nesses dez anos, o setor perdeu 870 empresas, indo de 14.701 para 13.831, em uma queda de 5,9%. A Bahia foi na contramão do Brasil como um todo, onde o número de unidades de empresas do setor cultural cresceu 4,3%, entre 2011 e 2021, passando de 398.347 para 415.419 (mais 17.072 unidades). Em 20 unidades da Federação, houve aumento no número de unidades, e em apenas 7, redução.

Com a queda, a participação da Bahia no setor empresarial cultural brasileiro diminuiu de 3,7% em 2011 para 3,3% dez anos depois. Ainda assim, o estado manteve na 7ª posição nacional no número de unidades locais, liderando no Norte-Nordeste do país. São Paulo tinha, em 2021, o maior número de unidades locais de empresas formais do setor cultural no Brasil, com 152.626 (36,7% do total), seguido de Rio de Janeiro, com 36.973 (8,9%) e Minas Gerais, com 36.889 (8,9%).

Na Bahia, o setor cultural também perdeu participação em relação ao total de unidades locais de empresas dentro do estado. Em 2011, a cultura representava 5,7% segmento empresarial baiano. Dez anos depois, esse número recuou para 5,1%. A queda no número de unidades locais do setor cultural na Bahia se concentrou no interior do estado, já que em Salvador houve crescimento entre 2011 e 2021, passando de 4.225 para 4.693, em um aumento de 11,1%.

Foto: Imagem de Sandro Cisternas por Pixabay

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