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ADARY OLIVEIRA – POLÍTICA DE PREÇOS DA PETROBRAS E DA ACELEN

João Paulo - 14/06/2023 09:49 - Atualizado 15/06/2023

Parte deste meu artigo foi escrito com uso da Inteligência Artificial (IA) do ChatPDT. Solicitei ao aplicativo Genie, no dia 21/5, o seguinte: Escrever artigo com até 4500 caracteres sobre a nova política de preços da Petrobras e da Acelen. Veja o resultado que obtive:

“A Petrobras e a Acelen, duas das maiores empresas do setor petrolífero no Brasil, anunciaram recentemente suas novas políticas de preços, gerando grande repercussão no mercado nacional.

A Petrobras, que é uma empresa estatal, adotou uma nova metodologia para definir os preços dos combustíveis, que agora serão reajustados diariamente, levando em consideração as variações do mercado internacional e a cotação do dólar.

Antes, a estatal fazia uma média mensal dos preços praticados no mercado internacional e definia um valor que seria mantido por todo o mês seguinte. Com a nova política, a empresa busca uma maior aderênciaaos preços do mercado internacional e uma maior transparência na formação de preços.

A Acelen, por sua vez, adotou uma política de preços diferenciada, com o objetivo de se diferenciar da concorrência. A empresa anunciou que irá praticar preços mais baixos do que a concorrência em determinados dias da semana e em determinados horários.

O objetivo da Acelen é atrair mais consumidores em momentos de menor movimento nos postos de gasolina, como durante a madrugada e nos finais de semana. Com isso, a empresa espera aumentar sua participação de mercado e melhorar seus resultados financeiros.

As novas políticas de preços da Petrobras e da Acelen geraram opiniões divergentes entre os especialistas. Alguns acreditam que a adoção do reajuste diário pela Petrobras é uma medida positiva, que trará mais transparência e uma maior aderência aos preços internacionais.

Outros, no entanto, temem que a volatilidade dos preços possa prejudicar os consumidores e gerar um aumento da inflação. Além disso, há o receio de que a concorrência entre as empresas possa gerar uma guerra de preços prejudicial para todo o setor.

Já a política da Acelen é vista como uma estratégia interessante para ganhar mais mercado e melhorar seus resultados financeiros. No entanto, alguns especialistas questionam a sustentabilidade dessa política a longo prazo e lembram que a empresa precisará manter seus preços competitivos em todos os dias e horários para não perder clientes.

Em resumo, a novas políticas de preços da Petrobras e da Acelen geraram grande expectativa no mercado e mostraram que as empresas estão buscando novas estratégias para se destacar em um setor cada vez mais competitivo. Resta agora acompanhar os desdobramentos dessas medidas e avaliar seus impactos na economia e na vida dos consumidores”.

Do meu ponto de vista a definição dos limites superior e inferior dos preços dada pela Petrobras não foi muito bem entendida pela maioria dos especialistas e muito menos pela IA do ChatPDT, que preferiu não comentar o assunto, apesar de só ter usado apenas 2.415 caracteres do espaço que estabeleci como limite. Isto é, sobrou espaço. Se para a IA do ChatPDT foi difícil entender, imagine para nós mortais. A verdade mais próxima da verdadeira é que o governo deseja a adoção de uma política de preços que permita a sua ação política, o que não era fácil de ser feito com o estabelecido pela regra dos Preços de Paridade de Importação (PPI).

Um aspecto que não foi mencionado pela IA, e considerado importante pela Refina Brasil, é a revelação do preço de entrega do petróleo produzido no Brasil para as refinarias da Petrobras. Consideram importante tal valor para se fazer uma comparação com o preço do petróleo importado. Alegam que não faz sentido pagar pelo petróleo de produção nacional valor superior ao importado. Enfim, tudo isso é decorrente da quebra do monopólio estabelecida pela Lei do Petróleo (Lei 9478/97).

De qualquer maneira estamos vivendo novos tempos com a Associação Refina Brasil que congrega seis empresas privadas responsáveis por 20% do refino de petróleo no Brasil, onde a Acelen está inserida, anunciando assim mais democracia em importante setor da economia.

Adary Oliveira é engenheiro químico e professor (Dr.) – [email protected]

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