O irlandês Eddie Jordan, fundador e ex-chefe de equipe da extinta Jordan, revelou alguns detalhes da rotina de Corinna Schumacher, mulher do lendário piloto de Fórmula 1 Michael Schumacher, que vive em coma induzido desde junho de 2014, após acidente de esqui sofrido no final de 2013. De acordo com Jordan, que é próximo de Corinna, disse que ela leva uma vida semelhante a de “uma prisioneira”.
“Já se passaram quase dez anos e Corinna não pode ir a uma festa, almoçar fora. Ela é como uma prisioneira, porque todo mundo quer falar com ela sobre o Michael, sendo que ela não precisa ser lembrada disso a cada minuto”, revelou o empresário, que hoje atua como comentarista de Fórmula 1, em entrevista ao jornal britânico ‘The Sun’.
Jordan deu a primeira oportunidade para Michael Schumacher correr uma etapa da Fórmula 1, no GP da Bélgica. Ele foi escolhido pela equipe irlandesa para substituir o piloto francês Bertrand Gachot, que havia sido preso por agredir um taxista durante uma briga de trânsito.
O alemão surpreendeu ao se classificar em sétimo lugar, mas abandonou a corrida na primeira volta por causa de problemas na embreagem. De qualquer forma, chamou atenção o suficiente para ser levado para a Benetton naquele mesmo ano.
Apesar da passagem relâmpago de Schumacher por sua equipe, Eddie Jordan manteve-se próximo do heptacampeão, mas não conseguiu visitá-lo após o acidente. O irlandês contou que teve seu pedido para fazer uma visita negado por Corinna e disse entender a decisão dela.
Foto: Reprodução/Twitter @Corinna_Betsch