Os bolsistas, médicos residentes e a compra de insumos hospitalares também são afetados pela suspensa de verbas
Os cortes orçamentários impostos pelo governo federal deixaram o Ministério da Educação (MEC) sem dinheiro em caixa, fazendo com que o pagamento para os bolsistas, médicos residentes e até mesmo as despesas básicas como eletricidade fossem prejudicados.
A gestão de Jair Bolsonaro (PL) ainda busca uma solução emergencial para cumprir os compromissos de dezembro do Ministério da Educação.
Segundo a equipe de transição, a situação no próximo ano deve ser pior, já que o atual governo não garantiu verbas para tal fim no Orçamento de 2023.
A falta de verba é um problema generalizado no ensino superior público. Com as contas no vermelho, todas as universidades federais encontram-se sem condições de honrar com seus compromissos financeiros.
Além disso, os trinta hospitais universitários existentes no país estão sem dinheiro para pagar fornecedores de insumos médicos e nem os salários dos médicos residentes.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil