A Petrobras iniciou a montagem de um novo supercomputador, o Pégaso, que supera em capacidade o Dragão e Atlas, os dois maiores supercomputadores da América Latina, que também pertencem à empresa.
O Pégaso tem capacidade de processamento equivalente à soma de seis milhões de telefones celulares ou de 150 mil laptops modernos. O investimento em computação de alto desempenho, HPC, na sigla em inglês, permite a aplicação de técnicas no processamento de dados geofísicos e geológicos que reduzem riscos geológicos e operacionais, assim como o tempo entre a descoberta de um campo e início da sua produção.
Ampliar a capacidade de processamento de dados permite à Petrobras gerar imagens da subsuperfície cada vez mais nítidas das áreas mapeadas para exploração de petróleo e gás natural, e reduzir o tempo de processamento dessas informações. Isso contribui para otimizar a produção, aumentar o fator de recuperação das reservas atuais e maximizar a eficiência dos projetos exploratórios da companhia.
O investimento em máquinas que acelerem o processamento de dados geofísicos e as simulações de fluxos em reservatórios da companhia é essencial para viabilizar programas estratégicos como o EXP100, que visa alcançar 100% de uso dos dados e conhecimento nos projetos exploratórios, e o PROD1000, que tem por meta reduzir os prazos para início da produção de um campo.
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