O Mercado Livre firmou um acordo com a Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR), entidade civil e sem fins lucrativos que reúne algumas das mais importantes editoras de livros do país, com o objetivo de coibir ações criminosas e ampliar a conscientização sobre a reprodução e venda ilegais de livros físicos e digitalizados. A parceria dá sequência ao trabalho já realizado pela plataforma no combate à pirataria e falsificação de livros no comércio digital.
Com vigência imediata, a iniciativa é mais um importante passo na estratégia para preservar os usuários e os titulares de direitos de propriedade intelectual, em prol da cultura, educação e do conhecimento. A parceria com a ABDR integra as ações do Brand Protection Program (BPP), o Programa de Proteção a Marca na tradução literal, que concentra a inteligência e tecnologia de combate à pirataria e falsificação da plataforma na América Latina.
Somente no ano passado, o Mercado Livre removeu quase 700 mil anúncios que infringiam direitos autorais e editoriais no Brasil. Foram inabilitados mais de 900 vendedores que atuavam em desacordo com os termos e condições de uso da plataforma e com a legislação, resultando em uma redução expressiva no número de anúncios irregulares.
De acordo com o Mercado Livre, com a atuação coletiva com a ABDR, que já realizava denúncias na plataforma por meio do BPP, foi possível reduzir em 78% o volume de links denunciados pela associação por suspeita de violação de direitos autorais. Além disso, o índice de anúncios irregulares removidos pela plataforma atingiu 99,5% de todo o sortimento de livros disponível entre janeiro e novembro de 2021. Neste mesmo período, por exemplo, para cada anúncio denunciado pela ABDR, o Mercado Livre desabilitou mais 60 itens irregulares, graças à tecnologia de inteligência artificial e machine learning que permite ao sistema da plataforma aprender constantemente para detectar, identificar e baixar automaticamente anúncios de produtos em desacordo com as regras.
Foto: Assessoria/Mercado Livre