Consumidores ansiosos e preocupados com a questão da energia nuclear após a invasão da Ucrânia pela Rússia estão promovendo uma corrida por pílulas que protegem contra a radiação. O preço do comprimido mais que dobrou em sites, as buscas no Google saltaram mais de 1.000% e já há até falta do produto em países europeus.
As pílulas que prometem proteger o organismo da radiação são feitas de iodo e de iodeto de potássio. Elas ajudam a proteger a tireóide de produtos químicos radioativos. Um frasco de 180 comprimidos de iodo de potássio, agora, custa quase US$ 70 (o equivalente a cerca de R$ 350) no site da Amazon.