OBRAS EM CACHA PREGOS TÊM PREVISÃO PARA ANTES DO RÉVEILLON

OBRAS EM CACHA PREGOS TÊM PREVISÃO PARA ANTES DO RÉVEILLON

A praia de Cacha Pregos, na Ilha de Itaparica, vai entrar pelo segundo ano consecutivo na alta estação vivendo os transtornos das obras do terminal turístico e base náutica que estão sendo construídos na localidade, pertencentes ao município de Vera Cruz.

As obras fazem parte do Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur) na Bahia e são executadas pela Secretaria de Turismo do Estado. Os trabalhos começaram em outubro do ano passado com previsão de terminar em outubro deste ano, mas já estão atrasados há dois meses.

A requalificação do atracadouro, que agora passa a contar com 18 vagas molhadas e um posto de gasolina, já está quase pronto. No entanto, o entorno que abriga grande parte da orla de Cacha Pregos ainda está cercado por tapumes de alumínio. Por trás deles estão os novos quiosques e a região da praça e anfiteatro.

A maior parte da área de circulação da orla está isolada, às vésperas do Natal e do Réveillon, quando a localidade recebe um grande número de visitantes.

O secretário de Turismo, Maurício Bacelar, garantiu ao Metro1 que o trecho onde estão os quiosques será entregue antes do Réveillon. “Nos reunimos com a prefeitura de Vera Cruz, que fará a administração do espaço. Os permissionários passaram por capacitação e requalificação e até o Réveillon os equipamentos serão entregues”. Bacelar disse que o trecho da obra da marina será entregue até o final de janeiro de 2022. O local vai ser alvo de licitação para ser administrado pela iniciativa privada.

O secretário apontou dois motivos para o atraso nas obras. O primeiro relativo à pandemia do coronavírus e o segundo se refere às dificuldades técnicas na  construção da marina. “A obra está dividida em dois trechos, o da marina e o da área do entorno. Houve um atraso na execução do atracadouro por causa das fortes correntes marinhas que passam pela frente da marina”, explica.

As obras em Cacha Pregos estão orçadas em R$ 12 milhões e são tocadas pela empresa Pejota. Elas fazem parte de um pacote com outras 13 intervenções em outras cidades para melhorar a infraestrutura turística e fortalecer a cadeia produtiva, a gestão e a promoção do turismo em toda a Baía de Todos-os-Santos (BTS). Os trabalhos são viabilizados a partir do financiamento de R$ 400 milhões feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), quantia a ser paga parceladamente pelo Governo do Estado.