A Polícia Civil de São Paulo não encontrou provas contra Nego do Borel nos aparelhos que foram recolhidos em janeiro deste ano para perícia, após a instauração de um processo movido por Duda Reis, ex-noiva do funkeiro.
Segundo a jovem, o artista guardava vídeos íntimos em seus celulares. Duda também acusou Nego de guardar dinheiro ilícito em casa e um fuzil.
As informações são do colunista Leo Dias, do site Metrópoles.
Além dos aparelhos de Nego, entre eles 3 aparelhos celulares, um iPhone 11 Pro, um 8 plus e um Xr, 1 video game Play Station 4 da Sony, e computadores, a Polícia analisou todas as contas bancárias e imposto de renda do artista.
No laudo, assinado pelo perito criminal contador Marco Aurélio Caprino, foi informado que o dinheiro era lícito.
“Diante das informações acima, a perícia criminal entende que há evidências de que o valor de R$ 424.920,00 (quatrocentos e vinte e quatro mil, novecentos e vinte reais) em espécie (dinheiro) apreendido e, depositado em conta judicial no Banco do Brasil, teria origem lícita”.
O processo movido por Duda ainda corre na Justiça, mas Nego também processa a ex-noiva por calúnia, injúria e difamação. Nas redes sociais, o funkeiro se pronunciou sobre o caso.
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