A baixa procura levou a prefeitura de Salvador a desativar, nesta terça-feira (13), dois gripários montados na capital. As unidades foram criadas para atender pessoas com síndrome respiratória em meio à pandemia. Além de pessoas com síndromes gripais, os gripários também recebem pessoas com sintomas mais graves da Covid-19.
Os gripários fechados ficam nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos bairros de São Cristóvão e Pirajá/Santo Inácio e apesar da desativação, as unidades permanecem com a estrutura montada para atender pacientes, caso ocorra novo aumento no número de casos de Covid-19.
No segundo pico da Covid-19, entre os meses de abril e maio, os seis gripários da capital registraram de 6 mil a 7 mil atendimentos por mês, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Em junho, foram 3 mil atendimentos. Cada um deles tem capacidade de receber 300 pacientes, por dia.
Outras unidades seguem em funcionamento nas seguintes localidades: UPA dos Barris, Paripe, Ilha de Bom Jesus dos Passos e Pau Miúdo