

Um baiano, nomeado para reformular e controlar a Lei Rouanet está causando o maior frisson no Ministério do Turismo, não só porque está fazendo os financiamentos do sistema recuarem a níveis de mais de 20 anos atrás, mas também por estar assustando aos servidores da pasta. A figura em questão é o capitão da Polícia Militar da Bahia (PM-BA) André Porciuncula Alay Esteves que foi nomeado secretário Especial de Cultura e secretário Nacional de Fomento no Ministério do Turismo, ao que parece, por indicação do vereador Alexandre Aleluia.
No ano passado, já sob a gestão Bolsonaro, a Lei Rouanet liberou quase 1,5 bilhão de reais, mas na gestão do novo secretário até agora só foram liberados R$ 120 milhões e não há perspectiva de aceleração do processo. Mas o problema não é só esse, funcionários do Ministério afirmam que Porciúncula anda armado nos corredores da repartição pública e que estaria adotando práticas ocultistas no andar onde trabalha.
De acordo com informações da coluna de Guilherme Amado, do site Metrópoles, servidores do Ministério do Turismo, pediram para se afastar dele e trabalhar em outro andar, por se sentirem incomodados com os rituais religiosos praticados pelo secretário em seu gabinete. Garçons, secretárias e terceirizados, que se dizem cristãos, teriam se mostrado incomodados com o que consideram “práticas ocultistas” e rituais que lembram práticas alquímicas.
Porciúncula é conhecido por fazer críticas ao isolamento social e por ser fã de Olavo de Carvalho.



