Fortalecidos nos últimos anos na Bahia, os consórcios municipais têm sido a solução para baratear compras, dividir despesas e buscar soluções administrativas para as prefeituras. De obras em estradas às policlínicas de saúde, a atuação dos consórcios ganha cada vez mais alcance, principalmente para os municípios menores. Considerado exitoso pelo governo do estado na Saúde, o modelo também é aplicado na área de infraestrutura, e um projeto-piloto de parceria público-privada (PPP) para o tratamento de resíduos sólidos é desenvolvido pela gestão estadual para três áreas.
Das 417 cidades da Bahia, 386 fazem parte de consórcios, o que representa 92,5% das prefeituras do estado. Atualmente, a Bahia tem 28 consórcios, segundo o prefeito de Andaraí, Wilson Cardoso, presidente da Federação dos Consórcios Públicos do Estado da Bahia (Fecbahia), entidade criada em 2015. “Quando assumimos a FEC, só tinha 11 consórcios aptos a votar. O primeiro desafio era motivar os consórcios a se regularizarem e, a quem não estava associado, se associar. Como é que você motiva? Levando a importância da federação no que se refere às lutas municipalistas. Hoje, dos 28 consórcios, temos 21 já filiados à FEC”, contabiliza Wilson, também presidente do Consórcio Chapada Forte. Ele assumiu o comando da Fecbahia no final de março.
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