A Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, fechou com queda de 2,54%, aos 120.348,80 pontos, enquanto no câmbio, o dólar teve alta de 1,81%, a R$ 5,3042.
O mundo ultrapassou nesta sexta-feira a marca de 2 milhões de mortes em decorrência do coronavírus, de acordo com levantamento da Universidade Johns Hopkins.
No total, 93,4 milhões de pessoas foram oficialmente diagnosticadas com a doença em todo o planeta. Aqui no Brasil, Manaus continua a lidar com o colapso do sistema de saúde, ante a falta de oxigênio. Em São Paulo, várias áreas do Estado adotaram medidas mais rígidas de isolamento.
Nesse cenário, o Ibovespa perdeu o patamar dos 121 mil pontos, já perto do final do pregão. Já o Credit Default Swap (CDS) de cinco anos do Brasil, medida do risco-País, voltou a subir e nesta tarde bateu em 166 pontos, de 160,7 pontos do fechamento de ontem, de acordo com cotações da IHS Markit. O CDS começou 2021 em 142 pontos. No câmbio, o dólar fechou hoje na máxima do dia.
O gerente de renda fixa de uma corretora paulista comenta, que a convocação de protestos contra Bolsonaro, além da expectativa para que a Anvisa libere no próximo domingo as vacinas da Fiocruz e do Instituto Butantan contra covid, alimentou a alta da moeda.
A fuga dos ativos de risco não acontecem apenas no Brasil, mas também entre outros emergentes e países desenvolvidos. Em Nova York, Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq fecharam com quedas de 0,57%, 0,72% e 0,87%.
Foto: Metropoles