ILÊ AIYÊ RECEBE DANIELA MERCURY NO PROJETO CONCHA NEGRA

ILÊ AIYÊ RECEBE DANIELA MERCURY NO PROJETO CONCHA NEGRA
Na 2ª edição do projeto Concha Negra, o bloco afro Ilê Aiyê sobe ao palco da Concha Acústica, no próximo sábado (7), com o espetáculo ‘Charme da Liberdade’ e a participação da cantora Daniela Mercury como convidada especial. A noite terá abertura do Coletivo Afrobapho, formado por jovens negros e LGBTQI+. O evento começa às 18h30.
Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) e estão à venda na bilheteria do Teatro Castro Alves (TCA), nos SACs dos shoppings Barra e Bela Vista ou pelos canais da Ingresso Rápido. No espetáculo, o Ilê Aiyê evocará a liberdade que os corpos negros possuem para ocuparem seus espaços na sociedade.
O bloco reafirmará sua posição, desenrolada ao longo de quatro décadas, na ênfase à valorização das histórias e estéticas negras. A apresentação pretende aprofundar pautas afrodiaspóricas, dialogando com questões como equidade de gênero e respeito à diversidade. O Ilê Aiyê se junta ao Concha Negra, levando ao projeto seu discurso pautado na preservação, difusão e luta pela produção cultural afro-brasileira.

A cantora Daniela Mercury é a convidada da noite, numa reverência ao lugar do feminino. Ela junta-se aos integrantes da Band’ Aiyê, ou Banda Ilê Aiyê, num espetáculo de forte impacto percussivo, com figurinos e danças que trazem o diálogo da tradição com a contemporaneidade. O grupo, que está totalmente ligado ao nascimento do bloco carnavalesco Ilê Aiyê, é composto apenas por artistas afrodescendentes.
Protagonizando o segundo show da 2ª edição do projeto Concha Negra, o Ilê Aiyê também fará turnê por sete capitais brasileiras durante o verão 2019/2020. O Coletivo Afrobapho será o responsável pela abertura da noite, articulando a integração das artes como forma de mobilização social. Unindo as linguagens da performance, da música e dança, o coletivo interage com o público através de uma narrativa potente, expressa por meio de corpos dissidentes, que são, muitas vezes, excluídos e silenciados.
*Foto: André Frutuôso