PLANO DE AÇÃO DO TURISMO ÉTNICO-AFRO QUER SALVADOR COMO DESTINO ‘MAIS AFRO DO MUNDO’

PLANO DE AÇÃO DO TURISMO ÉTNICO-AFRO QUER SALVADOR COMO DESTINO 'MAIS AFRO DO MUNDO'

Uma série de ações que buscam desenvolver iniciativas no âmbito das artes, culinária e turismo. Mas não qualquer turismo. Agora, aqueles que trabalham com produtos e equipamentos que reafirmam a negritude de Salvador têm a possibilidade de ajudar a refletir a cultura afro-brasileira espalhada pelos quatro cantos da cidade.

Em outras palavras, a ideia é que o turista em visita à capital sinta o que é estar em Salvador não só por ver uma baiana numa esquina. Mas ao comprar o artesanato produzido por um preto, a roupa produzida e comercializada por uma preta. Que ele conclua o que é estar na cidade mais negra do Brasil por meio do Plano de Ação do Turismo Étnico-Afro de Salvador (TEA) – lançado pelo prefeito ACM Neto na manhã desta sexta-feira (29), no Teatro Gregório de Matos.

O projeto, que tem o investimento de 13,5 milhões por meio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), é dividido em quatro eixos: Informações e Governança, Capacitação e Renda, Ações Integrativas e Produtos Turísticos. E propõe capacitar, qualificar, articular pessoas.

Segundo Neto, a iniciativa é resultado de um trabalho de pesquisa que durou nove meses e envolveu 658 pessoas. Baianas de acarajé, capoeiristas, turbanteiras, trançadeiras, representantes de blocos afro, artistas griôs, agências de operadoras de turismo, além de empresários e até estilistas.

*Foto: reprodução- Secom