SHOPPING PARALELA E MP DEVEM FIRMAR ACORDO APÓS DENÚNCIAS

SHOPPING PARALELA E MP DEVEM FIRMAR ACORDO APÓS DENÚNCIAS

O Ministério Público da Bahia, e o Shopping Paralela devem firmar acordo, através de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelo centro de compras, para que “obras necessárias” sejam realizadas e “funcionem sem oferecer riscos ao consumidor”.

Na audiência, coordenada pela titular da 5ª Promotoria de Justiça do Consumidor, promotora de Justiça Joseane Suzart, foram apuradas denúncias sobre a existência de ondulações no estacionamento do shopping e desabamento de parte da estrutura do terceiro piso – motivo de denúncias nos últimos dias.

“Se em 30 dias, quando vence o prazo, o acordo não for elaborado e assinado pelos estabelecimentos comerciais, o MP irá propor uma ação civil pública para garantir a segurança dos consumidores”, afirmou a promotora de Justiça Joseane Suzart.

Segundo o shopping, as providencias já estariam sendo tomadas. De acordo com os representantes da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Sedur), da Defesa Civil Municipal (Codesal) e do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea), as ondulações não apresentam riscos para o consumidor, no entanto, segundo o próprio Crea, um laudo deverá ser elaborado por um engenheiro credenciado para nova fiscalização.

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