O Inema (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos) não concedeu a licença que autoriza a construção de nova pista de pouso e decolagem do aeroporto de Salvador. Segundo os órgãos, a medida foi tomada para evitar que obras afetem “gravemente” a Área de Preservação Ambiental (APA) Lagoas e Dunas do Abaeté – território que não pertence à unidade aeroportuária. O MPF e o Inema avaliam que os impactos ambientais causados pela ampliação do aeroporto comprometeriam entre 70% a 80% das áreas e dificilmente conseguiria se manter em equilíbrio ecológico após a obra.