Em entrevista coletiva que ocorre nesse momento, o ministro Raul Jungmann afirmou que o movimento dos caminhoneiros haveria terminado na Bahia, em afirmação na qual cita a imprensa local. Não foi possível ao Bahia Econômica confirmar tal informação.
O suposto término do movimento na Bahia foi citado como exemplo de que os caminhoneiros estariam arrefecendo em sua disposição de bloquear as estradas. “Só hoje de tarde, e em contato com o secretário de Segurança do Distrito Federal, 25 caminhões-tanque foram escoltados pela distribuidoras até os postos de combustível”, disse Jungmann. Após o acordo firmado ontem, o governo informou que 45% das estradas estariam liberadas.
O ministro Eliseu Padilha, por sua vez, disse que as negociações foram encerradas e que aguarda o cumprimento do fim das manifestações, por parte dos caminhoneiros. Padilha disse que os frutos da negociação são resultados positivos da atuação do governo, mesmo que o arrefecimento não tenha acontecido com “a velocidade sonhada”.
“A reversão do processo é demorada. Vai acontecer sem dúvida nenhuma. E agora, nós estamos tomando providências complementares para garantir o abastecimento da cidadania, do cidadão, do chefe de família, das famílias brasileiras”, disse Padilha.
O general Echegoyen disse que as reivindicações dos caminhoneiros levaram à negociação, mas o risco de desabastecimento levou à necessidade de uma decisão mais enérgica, com a convocação das forças armadas. “O gatilho da decisão do emprego mais enérgico dos recursos que a União tem é o risco do desabastecimento”, disse. Com informações do G1.