UNIÃO-PP APOIAM REELEIÇÃO DE ALCOLUMBRE NO SENADO


Foto: Saulo Cruz/AgênciaA federação formada pelo União Brasil e pelo Progressistas (PP) anunciou, nesta terça-feira (27), apoio à reeleição de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) à presidência do Senado Federal. A escolha da próxima liderança da Casa está prevista para fevereiro de 2027.
O posicionamento foi divulgado em nota assinada pelos presidentes das duas legendas, Antônio Rueda, do União Brasil, e Ciro Nogueira, do PP. A partir do próximo ano, a federação contará com 12 senadores, seis de cada partido.
No comunicado, os dirigentes defenderam a continuidade de Alcolumbre no comando do Senado e destacaram sua atuação na articulação política e na construção de acordos entre diferentes grupos parlamentares.
Segundo a nota, a experiência do senador na condução do Congresso contribuiria para a estabilidade institucional, o diálogo entre os Poderes e a discussão de pautas de interesse da população.
Alcolumbre já recebeu manifestações favoráveis de outros parlamentares, entre eles Eduardo Braga (MDB-AM), líder do MDB no Senado, e Otto Alencar (PSD-BA).
Durante uma sessão que aprovou o fim da escala de trabalho 6x1, Otto Alencar declarou que poderia apoiar novamente a candidatura de Alcolumbre, citando o trabalho e a participação do senador nas discussões legislativas.
A eleição para a presidência do Senado ocorrerá em fevereiro de 2027, quando os parlamentares escolherão a nova direção da Casa para o próximo biênio.
A possível recondução de Alcolumbre também movimenta as articulações de outros grupos políticos. O senador Rogério Marinho (PL-RN) é apontado como um nome defendido pela bancada do PL, que conta com 29 senadores.
Outra possível candidatura é a da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que já manifestou publicamente interesse em disputar a presidência do Senado. Com o apoio oficial da federação a Alcolumbre, a parlamentar poderá enfrentar resistência dentro da própria legenda.
As manifestações de apoio fazem parte das articulações anteriores à eleição, mas o resultado dependerá dos votos dos senadores no processo de escolha da próxima presidência da Casa.


