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BRUNO REIS CULPA EMPRESAS POR ATRASO DE ÔNIBUS NO SEGUNDO TURNO

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BRUNO REIS CULPA EMPRESAS POR ATRASO DE ÔNIBUS NO SEGUNDO TURNO
Foto: Betto Jr./Secom PMS

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), atribuiu às empresas concessionárias do transporte público a responsabilidade por um eventual descumprimento da determinação de circulação de ônibus durante o segundo turno das eleições, neste domingo (25). Segundo ele, a operação foi atrasada pela retirada de adesivos de propaganda eleitoral dos veículos, mas acabou regularizada ao longo do dia.

Durante coletiva de imprensa no Palácio Thomé de Souza, sede da administração municipal, Bruno Reis afirmou que a frota em circulação superava a registrada em eleições anteriores, inclusive no primeiro turno de 2026.

“Hoje, em virtude de uma propaganda irregular para cumprir a resolução, atrasou a operação, que foi regularizada. Neste momento, temos frota, inclusive, superior à que rodou nas outras eleições, inclusive no primeiro turno da eleição de 2026”, declarou.

Prefeito cita decreto municipal

Questionado sobre quantos ônibus deveriam circular e quantos estavam efetivamente nas ruas, Bruno Reis afirmou não ter os números detalhados. Ele disse que o decreto municipal determina a oferta de uma frota suficiente para atender à demanda dos passageiros durante o período de votação.

O prefeito também afirmou que a responsabilidade por um eventual descumprimento da determinação poderia recair sobre as empresas operadoras, mas ponderou que não havia dados suficientes para confirmar a situação.

“Se foi descumprido, foi por parte das empresas, mas a gente não pode afirmar que foi”, disse.

Frota reserva e ônibus novos

Durante a coletiva, Bruno Reis afirmou que Salvador possui cerca de 1.700 ônibus e que parte dos veículos permanece nas garagens para compor a frota reserva. Segundo ele, essa reserva deve representar pelo menos 10% do total.

O prefeito também citou a chegada de mais de 330 ônibus novos à capital baiana e afirmou que parte dos veículos antigos foi retirada de circulação.

As declarações ocorreram após reclamações de eleitores sobre a demora na saída dos coletivos durante as primeiras horas da votação. O atraso foi atribuído pelo prefeito à retirada de adesivos eleitorais dos ônibus para atender às regras de neutralidade no transporte público.

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