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BAHIA APRESENTA SEGUNDA PIOR TAXA DE DESEMPREGO DO PAÍS NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2026

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BAHIA APRESENTA SEGUNDA PIOR TAXA DE DESEMPREGO DO PAÍS NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2026

A Bahia terminou o segundo trimestre de 2026 com a segunda pior taxa de desemprego do Brasil, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada na manhã desta sexta-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O desemprego no estado baiano no período analisado foi de 9,1%, portanto, acima da média nacional que é 5,4%. A Bahia só ficou à frente do Amapá ( 9,8%).

Das 27 unidades da federação do país, 11 terminaram o segundo trimestre de 2026 com taxa de desemprego abaixo da média nacional, de 5,4%. Em cinco deles, o índice sequer chega a 3%.

Por outro lado, 14 estados tiveram média de desemprego acima da média brasileira no período, incluindo a Bahia, e duas unidades federativas tiveram números iguais a média nacional.

Veja quais estados atingiram nível de desemprego abaixo e acima da média nacional:

Santa Catarina: 2,1%

Mato Grosso: 2,2%

Espírito Santo: 2,3%

Rondônia: 2,6%

Mato Grosso do Sul: 2,7%

Paraná: 3,1%

Minas Gerais: 3,8%

Goiás: 4,0%

Tocantins: 4,1%

Rio Grande do Sul: 4,2%

Roraima: 5,0%

Média Brasil: 5,4%

Paraíba: 5,4%

São Paulo: 5,4%

Rio Grande do Norte: 5,6%

Maranhão: 6,0%

Pará: 6,2%

Distrito Federal: 6,5%

Acre: 6,6%

Ceará: 6,6%

Rio de Janeiro: 7,1%

Amazonas: 7,5%

Alagoas: 7,9%

Sergipe: 7,9%

Piauí: 8,3%

Pernambuco: 8,3%

Bahia: 9,1%

Amapá: 9,8%

Pesquisa

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.

Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

Queda no desemprego longo

De acordo com a Pnad, 1,06 milhão de pessoas enfrentavam o chamado desemprego longo, isto é, pessoas que estão à procura de vagas há dois anos ou mais. Esse é o menor contingente de toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Em relação ao mesmo trimestre de 2025, a queda nesse contingente foi de 15,6%. (Agência Brasil)

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

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