JAQUES WAGNER CRITICA GRUPO DE ACM NETO E DIZ QUE OPOSIÇÃO REPRESENTA “VOLTA AO PASSADO” NA BAHIA

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza reunião com 16 itens. Entre eles, o PL 2.951/2024, que amplia o seguro rural para pequenos e médios produtores, o PL 3.951/2019, que restringe o uso de dinheiro em espécie em transações, e o PL 1.299/2024, que dificulta a progressão de pena em crimes violentos contra crianças. Também estão na pauta propostas sobre testamento emergencial, emendas parlamentares impositivas, alimentação escolar, liberdade provisória, cibersegurança, controle interno e ensino obrigatório da Libras nas escolas. À mesa, presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), conduz reunião. Foto: Andressa Anholete/Agência Senado - Foto: Andressa Anholete/Agência SenadO senador Jaques Wagner (PT) criticou, nesta quinta-feira (19), o grupo político liderado por ACM Neto e afirmou que a oposição na Bahia não representa renovação, mas sim uma “volta ao passado”.
Durante entrevista ao programa Boa Tarde Bahia, da TV Band, Wagner, que é pré-candidato à reeleição, rebateu o discurso oposicionista sintetizado no slogan “Muda Bahia” e defendeu o legado das gestões petistas no estado, que já somam 23 anos no poder.
“Hoje, a candidatura oposicionista a nós não é nenhuma renovação, pode ser uma troca, mas não é renovação. O grupo político do outro lado, que apresenta o candidato contra Jerônimo, pelo amor de Deus, não tem nada de inovador. É uma coisa que há 40, 50 anos, estava dirigindo a Bahia”, relembrou.
O senador também afirmou que o campo governista é responsável pela renovação política no estado e fez referência ao período do carlismo.
“O grupo de lá tem o cheiro da coisa antiga, o cheiro da volta ao passado, e não do caminho para o futuro”, disse Jaques Wagner, para complementar em seguida: “Sinceramente, se alguém inova na política baiana, é o grupo de cá”.
Ao comentar a estrutura política da oposição, Wagner afirmou que o grupo perdeu força por concentrar poder em uma única liderança.
“Aqui não tem isso. Quem comandou o meu governo fui eu, quem comandou o de Rui foi ele, quem comandou o de Jerônimo é Jerônimo”, argumentou.
Foto: Andressa Anholete/Agência Senado



