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APOIADORES DO EX-PRESIDENTE COGITAM UMA NOVA GREVE DE CAMINHONEIROS

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BRA119. BRASÍLIA (BRASIL), 09/09/2021. - Grupos de camioneros bloquean la Explanada de Ministerios en apoyo al presidente de Brasil, Jair Bolsonaro, hoy, en Brasilia (Brasil). El presidente de Brasil, Jair Bolsonaro, pidió a los camioneros que liberan las vías bloqueadas en diversos puntos del país para exigir la destitución de los jueces del Supremo y afirmó que las interrupciones perjudican la ya maltrecha economía de Brasil. EFE/ Joédson Alves
BRA119. BRASÍLIA (BRASIL), 09/09/2021. - Grupos de camioneros bloquean la Explanada de Ministerios en apoyo al presidente de Brasil, Jair Bolsonaro, hoy, en Brasilia (Brasil). El presidente de Brasil, Jair Bolsonaro, pidió a los camioneros que liberan las vías bloqueadas en diversos puntos del país para exigir la destitución de los jueces del Supremo y afirmó que las interrupciones perjudican la ya maltrecha economía de Brasil. EFE/ Joédson Alves - Foto: EFE

Uma nova greve de caminhoneiros começou a circular entre os apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) nesta terça-feira (25), logo após o inicio do cumprimento da pena de 27 amos e 3 meses de prisão do ex-presidente. A mobilização, principalmente nas redes sociais pressionar por sua libertação.

Em uma página no Instagram, descrita como base de fãs do  deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Levantou a ideia  da paralisação. O perfil conta com mais de 600 mil seguidores, incluindo figuras políticas próximas a Bolsonaro, como o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o vereador Lucas Pavanato (PL-SP), o senador Ciro Nogueira (Progressistas) e o influenciador Pablo Marçal (PRTB), ex-candidato à Prefeitura de São Paulo.

A tática, aliás, não é inédita. No final de 2022, após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a Presidência, caminhoneiros apoiadores de Bolsonaro bloquearam trechos de rodovias em mais de 20 estados como forma de contestar o resultado das urnas. Na ocasião, a Advocacia-Geral da União (AGU) foi acionada para obter decisões liminares e encerrar os bloqueios.

Foto:  Joédson Alves/EFE

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