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HADDAD CHAMA DE DESLEAL CONCORRÊNCIA ENTRE EMPRESAS CHINESAS E BRASILEIRAS NO COMÉRCIO ONLINE

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O Ministro Fernando Haddad (Fazenda) e a ministra Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) durante entrevista coletiva onde anunciaram uma queda de R$ 360 bilhões em 2031 com a aprovação do novo marco fiscal. A medida apresentada hoje levaria à atração de investimentos e à desaceleração da inflação, segundo o governo. A aposta é de que o mecanismo que visa ao equilíbrio das contas públicas também faria o país recuperar o grau de investimento. Sérgio Lima/Poder360 30.mar.2023
O Ministro Fernando Haddad (Fazenda) e a ministra Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) durante entrevista coletiva onde anunciaram uma queda de R$ 360 bilhões em 2031 com a aprovação do novo marco fiscal. A medida apresentada hoje levaria à atração de investimentos e à desaceleração da inflação, segundo o governo. A aposta é de que o mecanismo que visa ao equilíbrio das contas públicas também faria o país recuperar o grau de investimento. Sérgio Lima/Poder360 30.mar.2023 - Foto: Sérgio Lima/Poder360

Presente na excursão do presidente Luis Inácio Lula da Silva na China, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que algumas empresas chinesas de comércio eletrônico praticam "concorrência desleal" com companhias do Brasil ao burlar as regras de importação.

O ministro deu a declaração à GloboNews na China, onde acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em visita ao país asiático.

"O que está se reclamando por parte de algumas empresas é que está havendo uma espécie de concorrência desleal por parte de alguns sites. Está sendo investigado e será coibido. Melhor que pode acontecer ao consumidor e economia brasileira é uma isonomia na concorrência", declarou Haddad em Xangai.

Nesta semana, o governo informou que, para combater a sonegação de impostos, vai acabar com a isenção até US$ 50 para envios por pessoas físicas. Assim, todas as encomendas vão ser tributadas igualmente: em 60% do valor da mercadoria. Segundo o Ministério da Fazenda, a isenção até US$ 50 vinha sendo usada indevidamente pelo comércio eletrônico. Algumas empresas estariam se passando por pessoa física para enviar as encomendas internacionais e o cliente receber no Brasil sem cobrança de imposto.

Outra prática irregular é colocar na nota do produto um valor abaixo do real para caber na cota de US$ 50 e tentar burlar a taxação. E, quando o cliente pede vários produtos, os sites dividem a compra em diferentes pacotes, sempre abaixo da cota, em uma tentativa de driblar a cobrança do imposto. O governo afirmou que vai aumentar a fiscalização sobre esse tipo de comércio, também com o objetivo de coibir a sonegação fiscal.

Foto: Sérgio Lima Poder 360

Fonte: Globonews

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