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ECONOMIA

STF NEGA AÇÃO DE LULA EM VOTAÇÃO DO ORÇAMENTO SECRETO

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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, da Camara Arthur Lira e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, dao entrevista coletiva após a reuniao do Comite de Coordenacao Nacional de Enfrentamento da Pandemia de Covid-19
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, da Camara Arthur Lira e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, dao entrevista coletiva após a reuniao do Comite de Coordenacao Nacional de Enfrentamento da Pandemia de Covid-19 - Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, perguntou a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre qual teria sido o papel de Lula, nos bastidores, referente ao julgamento que tornou o orçamento secreto inconstitucional. As respostas dos magistrados são similares.

Eles têm dito que o presidente eleito queria que o caso fosse votado, mas afirmaram que Lula não atuou para que o orçamento secreto viesse a considerado inconstitucional, como ocorreu. Lira não deu sinais se acreditou no que ouviu.

Há, inclusive, temor entre petistas de que o presidente da Câmara credite a decisão do Supremo a uma articulação direta do governo eleito e queira dar troco. Integrantes do partido próximos de Lira entraram em campo na tentativa de acalmá-lo, especialmente após a decisão do ministro Gilmar Mendes, de determinar que os custos com o Bolsa Família fiquem fora do teto de gastos.

Como informou a coluna, há mais de um mês membros do governo Lula receberam recados do Judiciário de que havia um precedente no STF que poderia abrir caminho para o pagamento do benefício fora do teto sem a necessita de aprovar a PEC. As duas decisões do Supremo diminuem consideravelmente o poder de barganha de Lira.

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