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COMÉRCIO ALCANÇA MAIOR NÍVEL DE CONFIANÇA DURANTE A PANDEMIA

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Comércio na SAARA (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega), centro da cidade.  Comércio não essencial está autorizado a reabrir a partir de hoje (9) na cidade do Rio de Janeiro depois de duas semanas fechados devido à pandemia de Covid-19.
Comércio na SAARA (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega), centro da cidade. Comércio não essencial está autorizado a reabrir a partir de hoje (9) na cidade do Rio de Janeiro depois de duas semanas fechados devido à pandemia de Covid-19. - Foto: Tânia Rêgo /Agência Brasil

Segundo indicador da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) de junho alcançou 122,4 pontos este mês, atingindo o nível mais alto desde março de 2020 (128,4), mês em que teve início a pandemia de Covid-19. O avançou 5,1% no mês e fechou o semestre com alta de 24,4%. A entidade vê no volume de vendas a motivação para a melhoria da expectativa.

Segundo a confederação, os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE, mostram crescimento sustentado do volume de vendas nos primeiros quatro meses do ano, refletindo no Icec por meio do indicador de Condições Atuais do Setor do Comércio, que também chegou ao maior nível desde março de 2020, 107,1 pontos. O item Expectativas do Empresário do Comércio também obteve o terceiro avanço consecutivo, atingindo 152,4 pontos.

A economista da CNC responsável pela análise, Izis Ferreira, avalia que as medidas de suporte à renda, como o auxílio emergencial e os saques extraordinários do FGTS, seguem produzindo efeitos positivos no consumo e viabilizando o pagamento de dívidas. “Com o ticket médio das vendas correntes mais baixo, o comércio aposta na recorrência das compras e na substituição de marcas caras”, acrescenta.

Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

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