AUTOTESTE: ANVISA REMARCA REUNIÃO COM MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA SEGUNDA-FEIRA (24)

SP - CORONAVÍRUS/VACINA/BUTANVAC - GERAL - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), apresenta o imunizante Butanvac, que foi desenvolvido pelo Instituto Butantan, durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta sexta-feira, 26, na capital paulista. O Instituto Butantan criou uma possível nova vacina contra a covid-19 e pedirá autorização à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar ensaios clínicos em humanos. O objetivo é ter 40 milhões de doses prontas até o fim deste ano. A Butanvac já passou pelos testes pré-clínicos, nos quais são avaliados em animais efeitos positivos e toxicidade. 26/03/2021 - Foto: ANTONIO MOLINA/ZIMEL PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO - Foto: ESTADÃO CONTEÚDOA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que a reunião sobre os autotestes para detecção de Covid-19, inicialmente marcada para acontecer sexta-feira (21), foi remarcada para segunda-feira (24). A decisão atende a um pedido do Ministério da Saúde. Na quarta-feira (19), a agência decidiu, em reunião de diretoria, adiar a liberação do autoteste no país. O pedido de liberação foi feito pelo Ministério da Saúde na semana passada. Por 4 votos a 1, a agência deu um prazo de 15 dias para que o ministério apresente informações adicionais sobre o uso dos testes.
Na nota técnica enviada à Anvisa, o ministério afirmou que a autotestagem é “uma estratégia adicional para prevenir e interromper” a transmissão do coronavírus, ao lado do isolamento social e do uso de máscaras, já que “podem ser realizados em casa ou em qualquer lugar, são fáceis de usar e produzem resultados rápidos”. O documento traz os parâmetros que os fabricantes devem seguir em relação ao produto e à embalagem. Determina, também, a manutenção de um canal de comunicação por telefone gratuito para suporte aos usuários, como forma de ajudar as pessoas a utilizar o autoteste e tomar uma providência diante do resultado positivo.
Mas os diretores da Anvisa entenderam que o governo precisa esclarecer, entre outros pontos, se haverá um mecanismo para notificar os casos positivos e de que forma estes números serão incluídos nos dados oficiais.
Foto: Myke Sena/MS



