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SERVIDORES DO BANCO CENTRAL AMEAÇAM GREVE PARA 2022

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Edifício-sede do Banco Central no Setor Bancário Norte, em lote doado pela Prefeitura de Brasília, em outubro de 1967
Edifício-sede do Banco Central no Setor Bancário Norte, em lote doado pela Prefeitura de Brasília, em outubro de 1967 - Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) espera que os cargos de chefia do órgão devam começar a ser entregues no dia 3 de janeiro. Nessa data, o sindicato vai começar a rodar uma lista eletrônica para adesão ao movimento, no contexto da insatisfação de diversas categorias de servidores federais com o reajuste previsto apenas para policiais em 2022. Além disso, o Sinal irá aderir às paralisações nacionais aprovadas pelo Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) nesta quarta-feira (29). A primeira está prevista para o dia 18 de janeiro. Dentro do BC, o sentimento é de descontentamento com a decisão do governo de contemplar a recomposição salarial de apenas uma categoria. Na autarquia, o último reajuste foi em janeiro de 2019. Na Receita Federal, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Sindifisco) estima que 738 auditores já entregaram cargos de chefia em protesto ao governo.

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

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