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VARIANTE ÔMICRON SE ESPALHA MAIS RÁPIDO E É MENOS LETAL

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People walk around the Saara street market, amid the outbreak of the coronavirus disease (COVID-19), in Rio de Janeiro, Brazil November 19, 2020. Picture taken November 19, 2020. REUTERS/Pilar Olivares
People walk around the Saara street market, amid the outbreak of the coronavirus disease (COVID-19), in Rio de Janeiro, Brazil November 19, 2020. Picture taken November 19, 2020. REUTERS/Pilar Olivares - Foto: Reuters/Pilar Olivares/

A variante do coronavírus Ômicron está se espalhando pelo planeta. Pelo menos 13 passageiros que chegaram à Holanda na sexta-feira (26), vindos da África do Sul, teriam sido contaminados pela nova cepa. Eles estavam entre 600 passageiros que chegaram a Amsterdã na sexta, em dois voos. Na Europa, já são dezenas de casos confirmados.

No entanto, vêm da África do Sul notícias não muito negativas sobre a variante: ao mesmo tempo em que contaminaria as pessoas com mais velocidade, a nova mutação ainda não teria se apresentado como um vírus de maior letalidade.

A agência internacional France Presse entrevistou a médica sul-africana Angelique Coetzee, que é presidente da Associação Médica da África do Sul, e que atendeu três dezenas de pacientes infectados pela Ômicron. Ela disse que os contaminados apresentaram “sintomas leves” da doença. A maioria eram homens na faixa de até 40 anos de idade e quase a metade estava vacinada. Eles sofrem de fadiga, dores musculares, coceira na garganta e tosse seca, segundo a médica ouvida pela agência. “O que os levou a me consultar foi grande cansaço” – disse Angelique à AFP.

No Brasil, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga usou suas redes sociais para mandar uma mensagem à população: “Gostaria de tranquilizar todos os brasileiros porque os cuidados com essa variante são os mesmos cuidados com as outras variantes. E a principal arma que nós temos para enfrentar essa situação é a nossa campanha de imunização”, disse o ministro.

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