Sol -° | Salvador
lupa
ECONOMIA

MUDANÇA NO TETO DE GASTOS PODE SER INSUFICIENTE PARA AUXÍLIO A CAMINHONEIROS

Compartilhe a matéria

Facebook
Whatsapp
Twitter
icone do google Siga o Bahia Econômica
BRASILIA, BRAZIL - SEPTEMBER 27: President of Brazil Jair Bolsonaro looks on during a ceremony on National Day For The Struggle Of People With Disabilities on September 27, 2021 in Brasilia, Brazil. Bolsonaro marks today his 1000th day as President of Brazil. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)
BRASILIA, BRAZIL - SEPTEMBER 27: President of Brazil Jair Bolsonaro looks on during a ceremony on National Day For The Struggle Of People With Disabilities on September 27, 2021 in Brasilia, Brazil. Bolsonaro marks today his 1000th day as President of Brazil. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images) - Foto: Getty Images

O novo secretário de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago, afirmou nesta sexta-feira (29) que todas as medidas negociadas entre o governo e o Congresso para abrir espaço no teto de gastos podem ser, ainda, insuficientes para acomodar os R$ 400 mensais que o presidente Jair Bolsonaro prometeu aos caminhoneiros para 2022.

Segundo Colnago, mesmo que a proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios seja aprovada nos moldes defendidos pelo Palácio do Planalto, a inclusão desse pagamento no Orçamento de 2022 vai exigir escolhas políticas. "Essa política [para caminhoneiros] está além do Ministério da Economia. O que nós estamos falando aqui é que temos R$ 91 bilhões de espaço no teto de gastos para o próximo exercício”, afirmou. As informações são do G1.

“Nós entendemos que essa é uma preocupação do presidente, do Congresso e da sociedade, então obviamente isso vai ser olhado dentro da composição de como eu vou utilizar esses recursos”, complementou.

Diante da alta no preço dos combustíveis, o presidente Jair Bolsonaro vem prometendo aos caminhoneiros um auxílio mensal de R$ 400 no ano que vem. Segundo estimativa divulgada por Bolsonaro, o vale-diesel deve custar mais de R$ 3,6 bilhões para os cofres públicos. Esse valor, no entanto, terá de se encaixar na folga orçamentária a ser aberta pela PEC dos Precatórios – que também ajudará a financiar o Auxílio Brasil de R$ 400 e uma série de outras despesas do governo.

A PEC dos Precatórios foi aprovada pela comissão especial da Câmara, mas ainda precisa passar pelos plenários da Câmara e do Senado, com voto favorável de 3/5 dos parlamentares em dois turnos.

Foto: Andressa Anholete/Getty Images

Mais lidas

seta para cima