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CPI DA COVID OUVE ADVOGADO DA PRECISA NESTA QUARTA (18)

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Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva de médica infectologista e ex-secretária de enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde. No início de maio, o nome da médica chegou a ser anunciado pelo ministro da Saúde, mas a nomeação foi cancelada dez dias depois. O objetivo então, é saber as razões pela desistência de sua nomeação no Ministério da Saúde.

Mesa: 
presidente da CPIPANDEMIA, senador Omar Aziz (PSD-AM); 
relator da CPIPANDEMIA, senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva de médica infectologista e ex-secretária de enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde. No início de maio, o nome da médica chegou a ser anunciado pelo ministro da Saúde, mas a nomeação foi cancelada dez dias depois. O objetivo então, é saber as razões pela desistência de sua nomeação no Ministério da Saúde. Mesa: presidente da CPIPANDEMIA, senador Omar Aziz (PSD-AM); relator da CPIPANDEMIA, senador Renan Calheiros (MDB-AL). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado - Foto: Jefferson Rudy

A CPI da Covid volta a se reunir nesta quarta-feira (18) para colher o depoimento de Túlio Silveira, advogado da Precisa Medicamentos, empresa que representava o laboratório Bharat Biotech e intermediou a venda da vacina Covaxin para o Ministério da Saúde. A comissão  apura indícios de que Silveira tinha acesso a informações privilegiadas na pasta e participou da suposta falsificação de documentos por parte da empresa.

Segundo informações de O Globo, na quinta-feira, a CPI deverá receber o personagem mais esperado pelo colegiado: Francisco Maximiano, dono da Precisa. “Essa é uma das pontas soltas para concluirmos a investigação da CPI: aprofundar as investigações e os dados sobre a Precisa”, disse o vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), na terça-feira.

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou Túlio Silveira a ficar em silêncio quando for perguntado sobre fatos que possam incriminá-lo. Quanto ao restante, está obrigado a dizer a verdade. Rosa também negou o pedido da defesa para que ele pudesse faltar à sessão.

Foto: Jefferson Rudy /Agência Senado

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