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CPI QUER PROIBIR PRECISA DE CONTRATAR COM O PODER PÚBLICO

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Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva de médica infectologista e ex-secretária de enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde. No início de maio, o nome da médica chegou a ser anunciado pelo ministro da Saúde, mas a nomeação foi cancelada dez dias depois. O objetivo então, é saber as razões pela desistência de sua nomeação no Ministério da Saúde.

Mesa: 
presidente da CPIPANDEMIA, senador Omar Aziz (PSD-AM); 
relator da CPIPANDEMIA, senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva de médica infectologista e ex-secretária de enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde. No início de maio, o nome da médica chegou a ser anunciado pelo ministro da Saúde, mas a nomeação foi cancelada dez dias depois. O objetivo então, é saber as razões pela desistência de sua nomeação no Ministério da Saúde. Mesa: presidente da CPIPANDEMIA, senador Omar Aziz (PSD-AM); relator da CPIPANDEMIA, senador Renan Calheiros (MDB-AL). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado - Foto: Jefferson Rudy

A cúpula da CPI da Covid deve recomendar que a Precisa Medicamentos, envolvida nas tratativas entre o Ministério da Saúde e a Bharat Biotech para fornecimento da vacina Covaxin, seja considerada inidônea. Assim, a Precisa estaria proibida de firmar contratos com o Poder Público.

Hoje, a empresa tem um contrato com o Ministério da Saúde para fornecimento de preservativos femininos no valor de R$ 31,5 milhões. A Precisa entrou na mira da CPI da Covid após indícios de irregularidades no contrato da vacina Covaxin, do laboratório Bharat Biotech.

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