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CPI: SENADORES MIRAM MINISTRO DA DEFESA E LÍDER DO GOVERNO

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Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva de médica infectologista e ex-secretária de enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde. No início de maio, o nome da médica chegou a ser anunciado pelo ministro da Saúde, mas a nomeação foi cancelada dez dias depois. O objetivo então, é saber as razões pela desistência de sua nomeação no Ministério da Saúde.

Mesa: 
presidente da CPIPANDEMIA, senador Omar Aziz (PSD-AM); 
relator da CPIPANDEMIA, senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva de médica infectologista e ex-secretária de enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde. No início de maio, o nome da médica chegou a ser anunciado pelo ministro da Saúde, mas a nomeação foi cancelada dez dias depois. O objetivo então, é saber as razões pela desistência de sua nomeação no Ministério da Saúde. Mesa: presidente da CPIPANDEMIA, senador Omar Aziz (PSD-AM); relator da CPIPANDEMIA, senador Renan Calheiros (MDB-AL). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado - Foto: Jefferson Rudy

No retorno aos trabalhos após o recesso, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid deve votar nesta terça-feira, 3, os requerimentos para a convocação do ministro da Defesa, Braga Netto, e também a quebra dos sigilos telemático, fiscal e bancário do líder do governo na Câmara, o deputado federal Ricardo Barros.

Braga Netto foi apontado pelo diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, como o mediador do encontro que discutiu a mudança de um decreto presidencial para conseguir alterar a bula da cloroquina, reunião que também teve a presença da médica e apoiadora do governo, Dra. Nise Yamaguchi.

Já Ricardo Barros teve o nome ligado à compra suspeita da Covaxin, vacina indiana contra a Covid-19, negociada entre o Ministério da Saúde e supostos intermediadores da Bharat Biotech, a fabricante do imunizante. Segundo o deputado federal Luís Miranda (DEM-DF), ligado ao governo e irmão do técnico do Ministério da Saúde responsável pelo setor de importação, Luís Ricardo, disse que o próprio presidente Jair Bolsonaro menciounou o nome de Ricardo Barros como alguém que estaria por trás da negociação estranha com a Precisa Medicamentos.

Foto: Jefferson Rud

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