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ANTECIPAÇÃO DA SEGUNDA DOSE DE VACINAS É BOM PARA POPULAÇÃO, DIZ BRUNO REIS 

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FILE PHOTO: A vial of AstraZeneca coronavirus vaccine is seen at a vaccination centre in Westfield Stratford City shopping centre, amid the outbreak of coronavirus disease (COVID-19), in London, Britain, February 18, 2021. REUTERS/Henry Nicholls//File Photo
FILE PHOTO: A vial of AstraZeneca coronavirus vaccine is seen at a vaccination centre in Westfield Stratford City shopping centre, amid the outbreak of coronavirus disease (COVID-19), in London, Britain, February 18, 2021. REUTERS/Henry Nicholls//File Photo - Foto: REUTERS/Henry Nicholls/

Bruno Reis voltou a defender a antecipação da segunda dose (D2) das vacinas Pfizer e AstraZeneca, que têm o intervalo recomendado de três meses entre as aplicações no Brasil. O prefeito de Salvador disse, na manhã desta sexta-feira (30), que a antecipação é uma possibilidade pois há estoque suficiente de doses dos imunizantes contra a Covid-19.

“Nós defendemos a redução (do prazo). Hoje temos algo em torno de 60 mil D2 entre Pfizer, Coronavac e Oxford paradas. Isso porque o Governo Federal não mandou o restante das vacinas. […] Nossa insistência em antecipar a Pfizer em 4 semanas e a Oxford/AstraZeneca em 3 semanas é porque as vacinas estão aí. Com isso aceleraríamos a imunização. Não estamos tirando a primeira dose pra aplicar a D2. […] Não tem porque não aplicar a D2 em um prazo menor. A própria Pfizer fez um estudo dizendo que a maioria dos países estão aplicando a Pfizer com 21 dias”, disse o prefeito.

Na última terça-feira (27), o Ministério da Saúde decidiu não adiantar a aplicação da segunda dose da Pfizer, neste momento. Apesar da alteração da bula para 21 dias, o Ministério decidiu manter o intervalo de 90 dias até que 100% da população acima dos 18 anos tenha recebido a primeira parcela dos imunizantes.

Foto: Bruno Concha/Secom

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