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NA BAHIA, 440 MIL DOSES DE VACINAS DA ASTRAZENECA ESTÃO PARADAS

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SP - CORONAVÍRUS/VACINA/BUTANVAC - GERAL - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), apresenta o imunizante Butanvac, que   foi desenvolvido pelo  Instituto Butantan, durante coletiva de imprensa realizada   na manhã desta sexta-feira, 26, na capital paulista.  O Instituto Butantan criou   uma possível nova vacina contra a covid-19 e pedirá autorização à Agência Nacional   de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar ensaios clínicos em humanos. O   objetivo é ter 40 milhões de doses prontas até o fim deste ano.  A Butanvac já   passou pelos testes pré-clínicos, nos quais são avaliados em animais efeitos   positivos e toxicidade.    26/03/2021 - Foto: ANTONIO MOLINA/ZIMEL PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
SP - CORONAVÍRUS/VACINA/BUTANVAC - GERAL - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), apresenta o imunizante Butanvac, que foi desenvolvido pelo Instituto Butantan, durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta sexta-feira, 26, na capital paulista. O Instituto Butantan criou uma possível nova vacina contra a covid-19 e pedirá autorização à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar ensaios clínicos em humanos. O objetivo é ter 40 milhões de doses prontas até o fim deste ano. A Butanvac já passou pelos testes pré-clínicos, nos quais são avaliados em animais efeitos positivos e toxicidade. 26/03/2021 - Foto: ANTONIO MOLINA/ZIMEL PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO - Foto: ESTADÃO CONTEÚDO

Na Bahia, 440 mil doses de vacinas contra a Covid-19 da Oxford/AstraZeneca estão na fila de espera para serem aplicadas. Só em Salvador, o número de imunizantes retidos é de 48 mil. As informações são do jornal Correio. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a segunda dose da AstraZeneca deve ser usada entre 4 e 12 semanas, mas o recomendado pelo Ministério da Saúde é de que seja aplicada no maior possível, ou seja, três meses.

A bula da vacina, disponível no site da Anvisa, indica que, entre 9 e 11 semanas de diferença entre as duas doses, a AstraZeneca tem 72,3% de eficácia. Já no período igual ou acima de 12 semanas, o percentual chega a 80%. O secretário de Saúde da capital baiana, Leo Prates, defende que o prazo entre as aplicações seja diminuído. “Minha defesa é que o Ministério da Saúde mantenha o aprazamento de 12 semanas, colocando a possibilidade de antecipação para nove semanas, caso haja D2 (segunda dose) em estoque. O que não queremos são doses paradas! Salvador está com 48 mil doses que só começarão a ser aplicadas a partir do dia 22/07 e foram recebidas dia 09/07. Tá certo isso?”, argumentou o secretário, em postagem feita, nesta sexta-feira (16), em seu perfil no Twitter.

Ao Correio, o secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, defende que qualquer alteração no cronograma deve ser fruto de “decisão pactuada nacionalmente”.

Foto: Fernando Vivas/GOVBA

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