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ANVISA DIZ QUE NÃO HÁ ESTUDO CONCLUSIVO SOBRE 3ª DOSE

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Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Após autorizar uma nova pesquisa sobre a aplicação de uma 3ª dose contra a Covid-19, desta vez com pedido feito pela AstraZeneca, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) esclareceu, nesta quarta-feira (14), que "ainda não há estudos conclusivos sobre a necessidade" de mais uma aplicação dos imunizantes disponíveis no Brasil. Segundo a agência, dois pedidos foram feitos até o momento para estudos sobre a dose adicional — além das duas aplicações já previstas em bula. A Pfizer foi a primeira farmacêutica a conseguir a autorização, ainda em 18 de junho. A AstraZeneca conseguiu a liberação nesta quarta-feira.

Sobre os estudos de terceira dose:

  • Pfizer: investiga os efeitos, a segurança e o benefício de uma dose de reforço da sua vacina, a Comirnaty. O imunizante extra será aplicado em pessoas que tomaram as duas doses completas há pelo menos seis meses.
  • AstraZeneca: a farmacêutica desenvolveu uma segunda versão da vacina que está em uso no país, buscando proteção contra a variante beta. Parte do ensaio clínico prevê que uma dose da nova versão da vacina (AZD2816) seja aplicada em pessoas que receberam as duas doses da versão atual da AstraZeneca (AZD1222).

"A Anvisa vem acompanhando as discussões, as publicações e os dados apresentados sobre o surgimento de novas variantes do vírus Sars-CoV-2 e seu impacto na efetividade das vacinas. Até agora, todas as vacinas autorizadas no Brasil garantem proteção contra doença grave e morte, conforme os dados publicados", disse a nota da reguladora.

Foto: divulgação

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