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MOURÃO DEFENDE RELAÇÃO COM A CHINA APÓS FALA DE EDUARDO

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SP - REFORMA/PREVIDÊNCIA/PAULO SKAF - ECONOMIA - O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, participa de reunião com diretores da   Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp), presidente de sindicatos e   empresários de diversas áreas, na sede da Federação, no centro da capital paulista, nesta   terça-feira (26). Mourão foi recebido pelo Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que declarou   apoio ao governo de Jair Bolsonaro para aprovar a Reforma da Previdência e outras   mudanças, como a reforma tributária.   26/03/2019 - Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO
SP - REFORMA/PREVIDÊNCIA/PAULO SKAF - ECONOMIA - O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, participa de reunião com diretores da Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp), presidente de sindicatos e empresários de diversas áreas, na sede da Federação, no centro da capital paulista, nesta terça-feira (26). Mourão foi recebido pelo Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que declarou apoio ao governo de Jair Bolsonaro para aprovar a Reforma da Previdência e outras mudanças, como a reforma tributária. 26/03/2019 - Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO - Foto: ESTADÃO CONTEÚDO

O vice-presidente da república, general hamilton mourão, disse nesta quinta-feira, 26, que o governo brasileiro deve buscar ampliar o comércio com a china para além do agronegócio. A declaração foi feita em videoconferência organizada pelo conselho empresarial Brasil-China. “Precisamos agora lançar o olhar para o futuro de modo a encontrar meios de ampliar e diversificar as relações existentes”, disse.

Antes do evento, em entrevista a jornalistas no palácio do planalto, mourão comentou as declarações do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) sobre a china. Na segunda-feira, o filho do presidentejair bolsonaro afirmou que o Brasil apoia projeto para o 5g comandado pelos estados unidos e “se afasta” da tecnologia chinesa. “O governo de Jair Bolsonaro declarou apoio à aliança clean network, lançada pelo governo de Donald Trump, criando uma aliança global para um 5g seguro, sem espionagem da china”, escreveu Eduardo Bolsonaro na publicação, que logo em seguida foi apagada.

Para o vice-presidente, eduardo deu apenas uma “declaração”. Disse que ele é presidente da comissão das relações exteriores da câmara dos deputados e não faz parte do governo.

Mourão afirmou ainda que “oportunidade” e “estratégia” compõem a relação entre os dois países. “continua válida a afirmação de que oportunidade e estratégia andam juntas em nosso relacionamento com a china. É nosso maior parceiro comercial há uma década”, declarou.

A embaixada da china publicou nota na terça- feira, 24, criticando a publicação. O ministério das relações exteriores também se posicionou. O itamaraty disse que “o tratamento de temas de interesse comum por parte de agentes diplomáticos da república popular da china no brasil através das redes sociais não é construtivo”.

Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO

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