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SENADOR PROPÕE VOTAÇÕES REMOTAS NO PÓS-PANDEMIA

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Sessão Deliberativa Remota (SDR) do Senado Federal realizada a partir da sala de controle da Secretaria de Tecnologia da Informação (Prodasen). Ordem do dia.

Na pauta, proposta de inclusão da covid-19 em seguros de vida e prorrogação de crédito rural, além de duas autorizações para contratação de crédito internacional.

Senadora Leila Barros (PSB-DF) em pronunciamento via videoconferência.

Participam: 
2º suplente de secretário da Mesa Diretora do Senado Federal, senador Weverton (PDT-MA);
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). 

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Sessão Deliberativa Remota (SDR) do Senado Federal realizada a partir da sala de controle da Secretaria de Tecnologia da Informação (Prodasen). Ordem do dia. Na pauta, proposta de inclusão da covid-19 em seguros de vida e prorrogação de crédito rural, além de duas autorizações para contratação de crédito internacional. Senadora Leila Barros (PSB-DF) em pronunciamento via videoconferência. Participam: 2º suplente de secretário da Mesa Diretora do Senado Federal, senador Weverton (PDT-MA); presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado - Foto: Jefferson Rudy

O senador Antonio Anastasia (PSD-MG), incumbido pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), de propor uma reforma do regimento interno, propôs que a Casa mantenha as votações remotas mesmo após o fim da pandemia de coronavírus.

Anastasia participou nesta segunda-feira (26) de audiência virtual da Secretaria da Transparência da Câmara dos Deputados e disse ser favorável a adoção de um sistema híbrido (presencial e remoto) de deliberações no Congresso Nacional. As informações são da Agência Senado.

Relator da revisão do Regimento Interno do Senado, Anastasia avalia que cerca de 70% das propostas em tramitação não costumam ser polêmicas e podem ser apreciadas pelo meio remoto. Já os projetos controversos, as propostas de emenda à Constituição (PECs) e as votações secretas, como a sabatina e aprovação do desembargador Kassio Nunes Marques para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), seriam feitas presencialmente.

O Sistema de Deliberação Remoto (SDR), modelo pioneiro entre os parlamentos, foi instituído por meio de um ato da Comissão Diretora (Ato 7, de 2020) para regulamentar o debate e a votação remotos no Senado durante a pandemia de covid-19. Pela norma, o sistema pode ser usado exclusivamente em situações de guerra, convulsão social, calamidade pública, pandemia, colapso do sistema de transportes ou situações de força maior que impeçam ou inviabilizem a reunião presencial no edifício do Congresso Nacional ou em outro local físico.

Desde março, as deliberações dos plenários da Câmara e do Senado têm ocorrido de forma remota devido à pandemia de covid-19, exceto para indicações de autoridades que exigem votação presencial.

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

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